Amor. É, mais de amor.
Vocês me dizem que só odeia muito quem já muito se amou. Errado, queridos. Errado.
Só termina em ódio a paixão. Ou ainda, o fim do ódio é a paixão. Amor, nada tem a ver com isso. Grandes paixões terminam em ódio. Pequenas em indiferença.
Já amor, “sublime amor” dizem. De sublime nada tem.
Mas o ponto é que: amor não termina. Esse amor verdadeiro que dizemos, todos os amores são verdadeiros. Amor mentiroso não é amor, então não existe.
Amor não termina, de fato. Pode se transformar, pode perder a intensidade. Tudo acaba quando acaba bem.
Daí entra a teoria de que é perfeitamente possível amar a duas pessoas ao mesmo tempo. Outro assunto.
Deixo de sobreaviso: Essas afirmações nada sanas não são desculpa para continuar chorando pelo ex-namorado/a, ter recaídas ou coisa do tipo. Meu único desejo é deixar registrado tal pensamento e, quem sabe, instruir a essas pessoas que mantém um ódio inútil por outrem. Todo ódio e rancor é inútil, mas pleonasmos são legais.
10/11/2009 às 19:30
Acho que minha paixonites foram pequenas mesmo, pq sempre vem a indiferença depois
filosofemos ;p
11/11/2009 às 07:16
Melhor pra você, Nath!
Paixonites forever, meio mais seguro de se viver. \o/