Posts de Dezembro, 2008

Pequena História Pessoal

31/12/2008

Esse foi o título que dei para o seguinte texto. Já havia postado em um outro blog, mas me esqueci. E agora, revirando meus milhares de devaneios, o encontro. Não o terminei e nem sei se quero. Incrivel que na época, eu tinha tempo/paciência para escrever. Agora nem por um decreto.
Portanto, lá vai a história. Não a editei na época e não o farei agora.

Não era um exemplo de beleza e bom humor. Também não era um modelo a ser seguido ou banal. Tinha lá suas recaídas de loucura incrivelmente engraçada e contagiante. Sua inteligência não era das melhores, sabia o que queria saber e ignorava o resto. Entretanto, antes de cair nos famosos braços de Morfeu, filosofava sobre o que estava fazendo da vida, sobre suas atitudes, personalidades e amigos.
Pensava em seus medos. Ah, como tinha medos!
Tinha medo de barata, de altura, de doenças graves, e… Olha só! Tinha medo de se apaixonar!
Não medo de amar. Ao menos amor próprio uma pessoa deve ter. Medo de paixão… com amor.
E talvez nem fosse medo, talvez fosse apenas porque já sabia as conseqüências, não só para si própria, mas para terceiros. Evitava.
“É loucura lúcida e triste”, dizia para si entre outras frases dignas de Shakespeare.
Sabia o quão ficava vulnerável, boba, cega-surda-e-muda. O tanto que via e não acontecia, que não era.
E não gostava disso. Nem um pingo.
Sempre envolta com seu manto da educação polida, da bondade e indiferença às atrações passageiras.
Quem disse que a tão fria dama não tinha suas aventuras?
Não sempre, mas nunca “de vez um nunca”.
Acreditava, por incrível que pareça, no “amor à primeira vista” e na felicidade conjunta. Era feliz do seu modo, afinal.
Romanticismo sem amor.
O fato era que uma pessoa assim merece uma bela história, cheia de aventuras e gestos nobres, e por sua vez, trair seus princípios.
Quase aconteceu.

Alguém tão qualquer que se passa e nem nota que existe. Quase invisível. Comum demais.
Ah, acabo de lhe apresentar a outra parte da história. O conquistador conquistado.

Ele foi mais uma dessas aventurinhas às escuras, mas veio acompanhado com o brinde da cativação. E foi muito cativado, sempre retribuindo os carinhos. Até que aconteceu. Nossa dramática história se torna um daqueles livros melosos de romances.
Até que surge, como em toda boa história, os terceiros. No caso, a terceira.
Nossa protagonista, Susana, não se conforma e descobre que amor sem lealdade não é amor. Era apenas um jogo, uma brincadeira na qual ninguém ganha.
Ou é isso que se pensa depois de tanto vivido (sim, se passou um ano desde o “fatídico” dia do primeiro encontro).

- H.

done!

10/12/2008

yes!! Acabei meu mini-livro!! siiiiiim, ele tem 20 páginas!
Mas quem se importa com isso? eu o acabei e tá pronto. Até as ilustrações eu fiz! haha

Paradoxo²

08/12/2008

E continua o ciclo vicioso. É incrivel como quando a garota está totalmente voltada a aquele cara, tudo dá errado e parece que nada funciona.
Porém, é quando ela decide dar uma pausa com tudo, esquecer, se conformar, que as coisas acontecem.

Diz que não é?

(dicas para livros de auto-ajuda)

QuickPress

08/12/2008

uatárréu? testando, o mais novo empreendimento do wordpress, que oferece agora uma barra esquerda com tudo para seus usuários, facilitando nossa vida. Além do painel com as estastiticas no canto direito e uma espécie de post rápido acima.

aday

04/12/2008

Acordou. Estava um friozinho matinal tão bom.
Já pela fresta da janela se podia observar um céu desesperadoramente azul, uma parte das colunas de madeira no jardim estava banhada por um sol desesperadoramente forte e os passarinhos cantavam em um tom desesperadoramente suave.
O dia seria bom.
Sentiu o perfume floral de sua mãe, cada vez mais forte.
Droga, teria que sair do seu oásis de bons sonhos.
Ensaiou a saída da cama. Uma, duas, três, quatro vezes.
Saiu.
Chegou até a cozinha sem pensar em Alguém. Ninguém.
Teria sarado? Sim, era uma doença. Daquelas que te pega num dia de verão e te impossibilita de entrar na piscina e se divertir.
É, quem sabe agora voltasse a ser gente. Quem sabe agora pudesse aproveitar as pessoas que realmente gostava, com reciprocidade, claro.